APJ/GOB

Ação Paramaçônica Juvenil do Grande Oriente do Brasil.

segunda-feira, 5 de maio de 2014

Contatos



A.'. R.'. L.'. M.'. Segredo Força União.

Núcleo Alfa Força e União Juvenil, nº 012.

Endereço: Praça da Bandeira Nº 34, Centro – Juazeiro - Bahia

Reuniões: Sábado, ás 16h. 

Email: a.p.j.juazeiro@hotmail.com

Facebook: APJ Juazeiro

Instagram: @APJJUAZEIRO


Letras Oficiais dos Hinos Brasileiros


Em 1890, por meio do Decreto nº 171, a composição musical do maestro Francisco Manoel da Silva é conservada como o Hino Nacional Brasileiro e durante um período aproximado de 32 anos, cantavam o hino com letras diferentes e inadequadas, nem sempre ajustadas à beleza e a dignidade da música. Somente às vésperas do 1º Centenário da Independência, em 6 de setembro de 1922, o Decreto nº 15.671 oficializa a letra definitiva do Hino Nacional Brasileiro, escrita por Osório Duque Estrada em 1909.

Existem também outros hinos nacionais, que representam símbolos importantes para o país. O mais antigo é o Hino da Independência, composto pelo próprio D. Pedro I. O Hino da Bandeira, escrito pelo poeta Olavo Bilac, foi apresentado pela primeira vez em 1906. Há ainda a Canção do Expedicionário, o hino cantado pelos pracinhas que lutaram a II Guerra Mundial na Europa.
Hino Nacional Brasileiro
Poema de: Joaquim Osório Duque Estrada 
Música de: Francisco Manoel da Silva


I Parte
Ouviram do Ipiranga as margens plácidas 
De um povo heróico o brado retumbante, 
E o sol da liberdade, em raios fúlgidos, 
Brilhou no céu da pátria nesse instante. 

Se o penhor dessa igualdade 
Conseguimos conquistar com braço forte, 
Em teu seio, ó liberdade, 
Desafia o nosso peito a própria morte! 

Ó pátria amada, 
Idolatrada, 
Salve! Salve! 

Brasil, um sonho intenso, um raio vívido 
De amor e de esperança à terra desce, 
Se em teu formoso céu, risonho e límpido, 
A imagem do cruzeiro resplandece. 

Gigante pela própria natureza, 
És belo, és forte, impávido colosso, 
E o teu futuro espelha essa grandeza. 

Terra adorada, 
Entre outras mil, 
És tu, Brasil, 
Ó pátria amada! 

Dos filhos deste solo és mãe gentil, 
Pátria amada, 
Brasil! 



II Parte
Deitado eternamente em berço esplêndido, 
Ao som do mar e à luz do céu profundo, 
Fulguras, ó Brasil, florão da América, 
Iluminado ao sol do novo mundo! 

Do que a terra mais garrida 
Teus risonhos, lindos campos têm mais flores;
"Nossos bosques têm mais vida", 
"Nossa vida" no teu seio "mais amores". 

Ó pátria amada, 
Idolatrada, 
Salve! Salve! 

Brasil, de amor eterno seja símbolo 
O lábaro que ostentas estrelado, 
E diga o verde-louro dessa flâmula 
- Paz no futuro e glória no passado. 

Mas, se ergues da justiça a clava forte, 
Verás que um filho teu não foge à luta, 
Nem teme, quem te adora, a própria morte. 

Terra adorada 
Entre outras mil, 
És tu, Brasil, 
Ó pátria amada! 

Dos filhos deste solo és mãe gentil, 
Pátria amada, 
Brasil! 


Hino à Bandeira Nacional

Letra de: Olavo Bilac (1865-1918) 

Música de: Francisco Braga (1868-1945) 
Apresentado pela 1ª vez em 09/11/1906



Salve lindo pendão da esperança!
Salve símbolo augusto da paz!
Tua nobre presença à lembrança
A grandeza da Pátria nos traz.

Recebe o afeto que se encerra
em nosso peito juvenil,
Querido símbolo da terra,
Da amada terra do Brasil!

Em teu seio formoso retratas
Este céu de puríssimo azul,
A verdura sem par destas matas,
E o esplendor do Cruzeiro do Sul.

Recebe o afeto que se encerra
Em nosso peito juvenil,
Querido símbolo da terra,
Da amada terra do Brasil! 

Contemplando o teu vulto sagrado,
Compreendemos o nosso dever,
E o Brasil por seus filhos amado,
poderoso e feliz há de ser!

Recebe o afeto que se encerra
Em nosso peito juvenil,
Querido símbolo da terra,
Da amada terra do Brasil!

Sobre a imensa Nação Brasileira,
Nos momentos de festa ou de dor,
Paira sempre sagrada bandeira
Pavilhão da justiça e do amor!

Recebe o afeto que se encerra
Em nosso peito juvenil,
Querido símbolo da terra,
Da amada terra do Brasil!

Como Fundar um Núcleo Apejotista?


1 – O Venerável Mestre designa um Preceptor e uma Preceptora;

2 – O Preceptor e a Preceptora reúnem a Família Maçônica, inclusive as filhas e os filhos de Maçons e outros jovens de bons costumes e fala sobre a APJ-GOB. Se precisar, telefona para o Presidente Estadual que é o Grão-Mestre, ou Diretor Executivo Estadual, solicitando maiores informações e/ou orientações;

3 – Sobrinhos e netos de Maçons e outros jovens de bons costumes, estudantes e amigos dos jovens podem ser convidados;

4- O Preceptor e a Preceptora entrevistam e selecionam 3 (ou mais) jovens aspirantes que passam a colaborar nas entrevistas dos demais membros, objetivando a formação do Núcleo da APJ-GOB;

4-1 - Todos os jovens ingressarão na APJ-GOB mediante entrevista;

5 - Feito isso, os preceptores deverão acertar o dia, horário e local das reuniões. As primeiras reuniões administrativas terão caráter informal e servirão de preparação para reunião de Fundação do Núcleo da APJ/GOB;

5.1 – Os preceptores e aspirantes entrevistados marcam a data para fundação do Núcleo;

6 – O nome do Núcleo poderá ser de livre do Núcleo Alfa fundado, ouvido os Preceptores, podendo ser o nome da Loja Mantenedora ou se for muitas lojas, pode-se dar um nome semelhante:

Núcleo Alfa Amor Juvenil - APJ/GOB,
Núcleo Alfa Olavo Bilac - APJ/GOB,
Núcleo Alfa Adison do Amaral - APJ/GOB.

7 – Depois de marcado o dia de fundação convide a família maçônica de sua cidade e amigos, autoridades e outros. O modelo de ATA de fundação em anexo, deverá ser preenchido. Não há taxa para ingresso, nem mensalidade;

8- Fundado o Núcleo da APJ-GOB, o Preceptor, com o conhecimento do Venerável da Loja, enviará a ata de fundação ao Diretor Executivo Estadual e o mesmo enviará cópia ao Presidente Nacional, via Comissão Nacional da APJ-GOB, em Brasília-DF, devendo solicitar a CARTA DE REGISTRO E RECONHECIMENTO e o Kit Apejotista (9 capas, 1 Djé, botons, lenços, lenços para Preceptoras, 11 Cerimoniais de Admissão, 11 Cerimoniais para Sessões Especiais, 20 exemplares do Regulamento Geral);

8.1 – Depois de fundado o Núcleo da APJ-GOB, será marcado o dia para realização do Cerimonial de Admissão. Esta cerimônia será coordenada pelo Preceptor e dirigida pelos apejotistas do Núcleo mais antigo da cidade ou região; na impossibilidade, os Maçons da Loja mantenedora, também sob a coordenação do Preceptor, realizarão a Cerimônia ocupando os cargos previstos no Cerimonial, sendo conduzido o ato pelo Venerável Mestre e presidente na APJ na Loja;


9 – Excepcionalmente, a primeira Sessão de Admissão constará da posse da Diretoria provisória do Núcleo, que deverá ser indicada de comum acordo pelos Preceptores, por um prazo de até 6 meses, período em que deverá ser realizada uma eleição e posse da Diretoria definitiva (que terá mandato de 1 ano).

10 - As reuniões do Núcleo ocorrerão conforme exposto no Regulamento Geral e Sessões Litúrgicas, de acordo com o Cerimonial da APJ-GOB. Contudo, as primeiras reuniões do Núcleo devem ser destinadas ao estudo do Regulamento Geral, enquanto, paralelamente, a Diretoria elaborará e apresentará o programa de atividades para o mandato e encaminhará à Comissão Nacional da APJ-GOB via Diretor Executivo, a documentação juntamente com as fichas individuais dos Apejotistas para confecção das carteiras dos Apejotistas.
                                 
Obs.: O núcleo deverá manter relacionamento permanente com o Diretor Executivo Estadual, dele recebendo todas as informações e orientações necessárias, mantendo-o sempre bem informadas quanto às atividades e programação do Núcleo.·.

Manual Apejotistas, Iª Edição - Janeiro 2012

O Paramento do Ductor - O DJÉ


Djé - Real e o Djé Ilustrativo











DESCRIÇÃO

O Dijé divide-se em três partes:
1. A primeira parte é um colar contendo o nó de Ísis em cujo campo figura  a legenda circular LUMEM PROBITAIS ET VIRTUTIS (ideal de honradez e de virtude) envolvendo a sigla APJ (Ação Paramaçônica Juvenil).
O colar contém diversos triângulos sob fundo dourado encimado pelas cores nacionais, na base dos quais se vê “n” círculos (elos) representando os Apejotistas, com alusão à frase: “Não há corrente mais forte do seu elo mais fraco”.
O nó de Ísis além de significar infinitude, contém a idéia que se quer perene representada na APJ; a posição orante do colar significa rogos ao grande Arquiteto do Universo para enviar energias positivas que por ele fluam protegendo o usuário, com reflexo na sociedade brasileira.

2. O segundo símbolo representa a Grã-Cruz Apejotista, encimando-a o Cruzeiro do Sul. Não existe nenhuma outra cruz com três hastes iguais; esta cruz é propriamente o Dijé, cada haste significa de baixo para cima regeneração, imortalidade e  eternidade; a quarta haste é invisível, alegoricamente  o próprio usuário, significando que a sua essência com existência sensível e subsistente no  “mundo espiritual”, vive e se movimenta com sustentação  e equilíbrio  em Deus, competindo-lhe conscientizar-se da perpetuidade de sua  permanência no estado noútico e epifânico.

3. A terceira parte compõe-se da palavra latina Ductor que é a base de todo o sistema, significando que aquele que possui esta qualidade tem a condição de criar e dirigir a APJ, ou seja, torna-se um eficiente elemento multiplicador.
A palavra Ductor significa: guia, condutor. Estar dentro de uma cártula, que era onde os egípcios escreviam os nomes para a eternidade, significa que ele, nesta condição,  é um ser que se espera converter-se em um “deus” imortal, na afirmação dos Versos Áureos de Pitágoras.


Manual Apejotista, Iª Edição - Janeiro 2012


Cargos e Funções



1 – Ductor (Presidente): A palavra Ductor significa “guia”, “condutor”, este é o Apejotista responsável pela condução dos trabalhos de um Núcleo Alfa. As atividades para a gestão são definidas pelo Ductor por meio de seu plano, metas e calendário, então os demais Apejotistas ocupantes de cargos e membros de Comissões o auxiliarão a cumprir os objetivos do período.

2 – Nomenclator (Vice-Presidente): É o segundo em comando dentro da administração de um Núcleo Alfa, portanto ele deverá auxiliar o Ductor quando for tomar decisões administrativas. Tem como grande responsabilidade fiscalizar o andamento das Comissões e auxiliar os membros destas, caso haja necessidade.

3 – Escriba (Secretário): Tem como responsabilidade a documentação, registros e história do Núcleo Alfa, assim como analisar a frequência dos Apejotistas. 

4 – Coletor: É o responsável pela guarda do patrimônio do Núcleo Alfa, cabe-lhe a função de administrar e orientar a utilização dos recursos financeiros do grupo. 

5 – Preletor: Atua como um fiscal das leis apejotistas: o Regulamento Geral, Código de Ética, demais normas e atos proferidos pelos dirigentes da APJ/GOB. 

6 – Núncio: É o elo entre o grupo e a espiritualidade. Este Apejotista conduz as preces, orações e graças durante as liturgias, é dele a responsabilidade de cuidar do bem estar espiritual do grupo, seja com as filantropias ou com o simples gesto de cumprimentar pelo aniversário.

7 – Regente: O Regente é o responsável pela música nas cerimônias do Núcleo Alfa. Cabe a ele solicitar e preparar as melodias necessárias para ambientalização de cada cerimônia. 

8 – Arauto: Trabalha de maneira essencialmente litúrgica, não possui função administrativa, é o responsável pela locomoção dentro da Sala Arquétipa. 

9 – Guardião: O Guardião é o responsável pela Comissão de Liturgia, tem como obrigação coordenar e aprofundar os estudos, análises e interpretações da liturgia apejotista, assim como zelar pela inviolabilidade da Sala Arquétipa durante as Sessões.

Obs.: Quanto à disposição dos cargos é importante estabelecer que os nomes em Latim (Ductor, Nomenclator, Escriba, Preletor, Núncio e Arauto) não possuem gênero masculino ou feminino, exemplo, “o primo Ductor, a prima Ductor”, “o primo Escriba, a prima Escriba”. 

Manual Apejotista, Iª Edição - Janeiro 2012