APJ/GOB

Ação Paramaçônica Juvenil do Grande Oriente do Brasil.

domingo, 20 de abril de 2014

Apejotistas


Apejotistas do Núcleo Alfa Força e 
União Juvenil da APJ/GOB:

Amelice Souza Silva;
Antônio Jorge da Silva Barbosa;
Ariane Estaniele Oliveira dos Santos;
Brunno Phellype Dantas de Souza Silva
Danielle Rosas Teixeira;
Flávio Marcelo Dias de Souza Filho;
Gabriel Souza Silva
Hebert Patrick de Sá Miranda;
Isaac;
Joadson Oliveira dos Santos;
Júlia Araújo;
Kauan Carlos Barros Magalhães;
Luan Carlos Barros Magalhães;
Marcelo Vitor Moura Bomfim;
Mirelle Rosas Teixeira;
Moana Paula Oliveira dos Santos;
Marina Sant'Anna Oliveira;
Reinan Vitor Cardoso; e
Vitoria Oliveira dos Santos.

sábado, 19 de abril de 2014

Gestão


Diretorias do Núcleo Alfa Força e União Juvenil  
da Ação Paramaçônica Juvenil do
 Grande Oriente do Brasil


Brasão do Núcleo


Diretorias do Núcleo Alfa Força e União Juvenil da Ação Paramaçônica Juvenil do Grande Oriente do Brasil
Gestão 2015/2016


Diretoria Executiva

Ductor: Luan Magalhães
Nomenclator: Mirelle Rosas
Escriba: Julia Araujo 
Coletora: Danielle Rosas


Diretoria Administrativa

Preletor: Kauan Magalhaes
                                    Núncio: Hebert Patrick
Arauto: Joadson Oliveira
Primeiro Guardião: Brunno Phellype
Segundo Guardião: Rayan
Regente: Reinan Vitor


Preceptores do Núcleo

Tia Meire Lúcia
Tia Ligia Maria
Tia Osanira Noronha 
Tio Paulo Fernandes
Tio Aldonso Ferreira
Tio Agenor Pereira

sexta-feira, 18 de abril de 2014

Loja Mantenedora



Loja Maçônica Segredo Força União


Nos idos de 1927 em Juazeiro Bahia, nas residências de cidadãos de diversas partes. Àquelas épocas já conviviam aqui cerca de cinquenta maçons de diferentes Lojas, sem que tivessem a iniciativa de organizarem-se.

O Ir.·. Drº Souza Carneiro, que veio a Juazeiro com a missão de fundar o Círculo Esotérico da Comunhão de Pensamento, que se denominou de Tawwa Luz, Amor e Caridade, sugeriu num desses encontros, a fundação de uma Loja Maçônica. O Ir.·. Francisco Mendes, fiscal de consumo, consultando sobre esta possibilidade, achou a ideia louvável e oportuna. Aceita a sugestão, realizou-se algumas reuniões preparatórias e a 23 de março de 1927, foi instalada a Loja Maçônica Harmonia e Amor, Sob os auspícios do Grande Oriente do Brasil, regularizada a 07 de setembro do mesmo ano, gralhas ao empenho do Ir.·. Peres Mustar Wahrhaftig que foi a Salvador buscar a Comissão Reguladora. Neste mesmo ano, em face de divergência incontrolável ânsia de poder e egoísmo, a Maçonaria Brasileira, desagregaram-se e o resultado foi a famosa Cisão de 1927. Como a maioria dos membros da Loja recém – criada, resolveram aderir a Cisão, Nove Irmãos não concordaram com essa atitude, decidiram fundar a 21 de dezembro de 1927, a Loja Segredo Força União, a fim de permanecerem fiéis ao Grande Oriente do Brasil. Dos seus exemplos, nós aprendemos a lição e a importância da lealdade.

Assim de uma luta pelo poder na esfera administrativa, nasceu a nossa Loja Segredo Força União. Nossa homenagem a todos os fundadores na pessoa do Ir.·. Peres Mustar Wahrhaftig. Em síntese assim se processou a organização da Maçonaria em Juazeiro Bahia.
Os seus primeiros anos de vida foram muito difíceis; muitos irmãos tiveram que doar muitos móveis e outros objetos para que a Loja funcionasse a contento. Existem registros de doações feitas por Francisco Paulo Costa (mesas), Francisco Evaristo Figueiredo (papeis, cabides), Euclides Daniel (três portas) e Saul Rosas (Catorze cadeiras).

Nesta época era Delegado do Grão Mestre o Ir.·. Isaac Vernet, que posteriormente mudou-se para São Paulo, tendo sido eleito representante a Deputado da Loja junto a Assembléia Federal. Para substituí-lo como Delegado do Grão Mestre, foi nomeado o Ir.·. Drº Artur Lustosa de Aragão.

Em 04 de abril de 1928, tendo em vista a cisão ocorrida e a atitude de permanecer fiel ao Grande Oriente do Brasil, a Loja Maçônica Segredo Força União, recebeu as adesões dos Grandes Orientes de São Paulo, Rio Grande do Sul e Pernambuco.

No dia 12 de setembro de 1928 o Ir.·. Peres Mustar Wahrhaftig propôs a construção do Templo, criando-se para esta finalidade uma conta corrente no Banco do Brasil.

Em 1930 com a vitória da Revolução, foram proibidas as reuniões das sociedades tidas como secretas. Mesmo assim com as dificuldades, os Ir.·. nunca deixaram de se reunir, já que estavam imbuídos de realizarem a grande obra da Construção Universal.

Em 1997 com o Venerável Mestre, Antônio Cândido da Conceição, procurou uma Ordem Paramaçônica para implatar na Segredo Força União e no Vale do São Francisco e Os Irmãos resolvem acolher a Ação Paramaçôniva Juvenil, principalmente por sua lealdade desde fundação ao Grande Oriente do Brasil, assim no dia 04 de outubro de 1997, fundando o Núcleo Alfa Força e União Juvenil da APJ/GOB.

Muitos Maçons tiveram a oportunidade de conduzir os destinos da Segredo, participando como membro de diretoria e contribuindo para figurar nesta história de lutas e sucesso, crescimento e vitória.
Nestes anos, foram vários Veneráveis que dirigiram os destinos da Loja Maçônica Segredo Força União.

quinta-feira, 17 de abril de 2014

terça-feira, 15 de abril de 2014

APJ/GOB



A Ação Paramaçônica Juvenil do Grande Oriente do Brasil – APJ/GOB é uma instituição paralela à maçonaria, destinada aos jovens, de âmbito nacional, e criada pelo Grande Oriente do Brasil.

Esta Ordem Paramaçônica foi idealizada pelo Diletíssimo Tio Adison do Amaral, que já em 1963, quando recém iniciado na maçonaria sentia a necessidade de criar uma organização de âmbito nacional que englobasse a família maçônica por inteiro.

Diletíssimo Tio Adison do Amaral
Ainda naquela época, o dileto Tio Adison procurou informar-se da possibilidade de fundar um trabalho junto à juventude brasileira, e que fosse uma instituição que abrangesse jovens de ambos os sexos, visando propiciar à maçonaria, à Nação Brasileira e às mães apoio à proteção do bem que lhes é mais precioso: os seus filhos.

Em 1969, o tio Adison do Amaral, após continuar na peregrinação através dos tempos divulgando a ideia do projeto apejotista, deparou-se com algumas frustrações vez que os tios mais generosos alegavam que o tempo da APJ ainda não havia chegado, e que tal assunto deveria amadurecer. Não obstante, o dileto tio elaborou e tentou colher assinaturas para a apresentação do projeto de criação da APJ no Palácio Maçônico do Lavradio, no Grande Oriente do Estado do Rio de Janeiro, infelizmente o mesmo se “perdeu nos corredores”, sob a alegação de extemporaneidade.

Não obstante sua luta, na época, o dileto tio não conseguiu lograr êxito em sua empreitada, tendo por principal motivo a falta de apoio dos demais maçons, ficando o sonho apejotista adormecido por alguns anos.

Passados 10 anos, o tio Adison do Amaral, após ser convidado para assumir a representação da Loja União Ordem e Progresso nº. 1.229, como Deputado Federal da Soberana Assembléia Federal Legislativa, aceitou a proposta sem, por um instante, ter deixado o sonho da APJ se apagar, viu que aquele era o momento propício para um anteprojeto sobre a instituição.

Então foi apresentado em 20 de março de 1982, na Tribuna da Soberana Assembléia Federal Legislativa do Grande Oriente do Brasil – SAFL/GOB, o anteprojeto de criação da Ação Paramaçônica Juvenil.  O projeto teve tantas assinaturas de tios Deputados que levou o Grande Secretário Adjunto da Soberana Assembléia, o tio Osmar Rodrigues de Carvalho, a dizer gentilmente: “Pare. Assim você vai aprovar o Projeto antes de apresentá-lo”. 

O tio Adison do Amaral, em busca de concretizar o ideal apejotista e tornar a APJ realidade, agendou uma entrevista com o Soberano Grão-Mestre da época, tio Matathias Bussinger. Conforme é narrado no livro “Projeto Maçônico do Século” – o tio Matathias o recebeu com simplicidade franciscana e escutou atentamente sua exposição sobre o Plano Apejotista. Ao terminar a exposição o Soberano Grão-Mestre levantou-se, estendeu a mão ao tio Adison e disse: “Isso devia ter sido feito há duzentos anos”.
Ato seguinte, o tio Matathias determinou que o Decreto fosse providenciado, porque desejava assiná-lo naquele mesmo dia. Nesta  oportunidade não havia datilógrafo presente, nem o Grande Secretário Geral Administrativo estava na Casa. Então o tio Adison do Amaral se dispôs e, ele mesmo, redigiu e datilografou o Decreto – ele não sairia dali sem uma cópia do mesmo.
Assim, após uma série de discussões, às dez horas e sete minutos do dia 15 de abril de 1983, na sede do Grande Oriente do Brasil, foi assinada a Lei nº. 02. Naquele momento o sonho Apejotista havia se tornado real.

Foi, assim, criada a Ação Paramaçônica Juvenil, uma instituição cívico-patriótica infanto-juvenil e de âmbito nacional. Uma instituição essencialmente educativa, filantrópica e progressista, sendo, ainda, a única para maçonaria brasileira formada por rapazes e moças.

A APJ/GOB tem como finalidade primordial proporcionar aos jovens de bons costumes, de ambos os sexos, uma vida social alternativa, a qual tem por base os influxos da moral e dos ideais maçônicos. Visando desta forma: auxiliar na formação de um cidadão com consciência crítica sobre a realidade que o cerca, auxiliar na formação de um patriota que saiba identificar as dificuldades pelas quais passamos e tentar ao máximo superá-las, um Apejotista compromete-se a cuidar de seu país, combater os corruptos e corruptores.

A Ação Paramaçônica Juvenil impõe como dever maior de seus membros, o Amor à Família, o Respeito ao Próximo, a Obediência à Lei e o Fiel cumprimento das obrigações que, sem coação irresistível, tenham assumido. Sempre baseado nos valores essenciais à convivência humana, respeitando às convicções de cada um, sua dignidade pessoal e à busca incessante da verdade.
Também é interessante notar que atualmente a APJ/GOB encontra-se inserida no artigo 137, da Constituição do Grande Oriente do Brasil, sob a tutela administrativa da Secretaria Geral de Entidades Paramaçônicas, possui duração ilimitada, sede no Poder Central, em Brasília – Distrito Federal, e tem como Presidente Nacional o Soberano Grão Mestre Geral. 

Fonte: Manual Apejotista, Edição Janeiro 2012.